Gerente do tráfico, comparsa de membros da facção Katiara e de alta periculosidade. Essas são algumas das descrições e características que as forças de segurança da Bahia associam a Robson da Silva e Souza, o ‘Coringa’, morto na noite desta terça-feira (27), no bairro de Valéria, em Salvador, em um confronto com guarnições Batalhão de Operações Especiais (Bope).
Mesmo residindo em Valéria, o criminoso também tinha atuação e influência direta em ações delituosas em outros bairros da capital baiana e, inclusive, em cidades do interior do estado. ‘Coringa’ também era apontado como responsável pelo domínio territorial, impondo o controle do crime e oprimindo moradores que viviam sob medo e intimidação dele e de comparsas.
O histórico criminal do suspeito explica a razão pela qual ele era considerado de alta periculosidade. Além das atuações citadas acima, Robson também possuía envolvimento com mortes violentas e, por esse motivo, tinha mandados de prisão em aberto. Imagens que circulam nas redes sociais mostram Coringa exibindo armas de grosso calibre, além de granadas.
Na internet, ele costumava publicar fotos e frases que confrontando a polícia e rivais. Contudo, em um ‘piscar de olhos’, Coringa viu o cenário se reverter. Ao tentar bater de frente com uma das unidades mais preparadas e especializadas da Polícia Militar, o Bope, Robson até que tentou escapar do cerco, mas sem êxito. Na troca de tiros, ele foi atingido, a granada que estava ao seu corpo explodiu e ele não resistiu.
Fonte: BNews