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Outra vez? Oruam vira réu em novo processo e pode ser preso novamente, diz colunista

Oruam enfrenta mais um problema com a Justiça logo no início de 2026. O rapper foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo e passou à condição de réu em um processo que apura a prática do crime de disparo de arma de fogo em área residencial. As informações são da coluna Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.

 

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A denúncia tem como base um episódio ocorrido em dezembro de 2024, na cidade de Igaratá, no interior paulista. De acordo com o Ministério Público, Oruam teria efetuado um disparo com uma espingarda calibre 12 durante uma confraternização, em um local com outras pessoas por perto.

Ainda segundo a acusação, o próprio artista teria divulgado o momento nas redes sociais. Um vídeo publicado em seu perfil no Instagram mostra o disparo acontecendo, material que acabou sendo usado como elemento no inquérito.

Antes de apresentar a denúncia, o Ministério Público chegou a oferecer um acordo ao músico, em setembro de 2025. No entanto, a proposta foi retirada após o promotor responsável rever a situação, levando em consideração a apreensão de fuzis, metralhadoras e pistolas com Oruam em outro processo criminal que tramita no Rio de Janeiro.

Na última segunda-feira (26), a Justiça de São Paulo acolheu oficialmente a denúncia. A juíza da 2ª Vara de Santa Isabel determinou a abertura da ação penal, o que faz com que Oruam deixe de ser investigado e passe a responder formalmente como réu.

Com a decisão, o rapper deverá ser citado para apresentar sua defesa no prazo de dez dias. Caso seja condenado, a pena prevista varia de dois a quatro anos de reclusão.

Reincidente

Vale lembrar que Oruam foi detido em julho do ano passado, após um episódio em que ele e seu grupo foram acusados de atacar policiais civis com pedras durante uma operação em sua residência. O artista foi denunciado por tentativa de homicídio, resistência e associação ao tráfico. Ele permaneceu preso por 69 dias no Complexo de Gericinó (Bangu).

 

Sua soltura ocorreu em setembro, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) conceder um habeas corpus por considerar a fundamentação da prisão genérica, permitindo que ele responda ao processo em liberdade sob medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.

Fonte: BNews