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Rayane Figliuzzi se manifesta após ser denunciada pelo MP por crimes em clínica de estética

A equipe da influenciadora Rayane Figliuzzi, namorada de Belo, decidiu quebrar o silêncio sobre a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro por prática criminosa depois de ter a clínica de estética e bronzeamento interditada durante uma ação policial no mês de dezembro de 2025.

De acordo com a coluna Fábia Oliveira, do site Metrópoles, a ex-Fazenda e uma esteticista foram denunciadas pelo MP pela prática de crime contra as relações de consumo por vender, expor, ter em depósito ou entregar matéria-prima/mercadoria imprópria para consumo. A pena pelo delito varia de 2 a 5 anos de detenção, podendo ser reduzida, caso seja entendido pela promotora de que a conduta teria sido culposa. 

Na denúncia, o Ministério Público apontou que produtos usados e mal acondicionados foram localizados no depósito da clínica. Além disso, frascos e equipamentos sem identificação e material infectante sem o descarte adequado. 

Por meio de nota, enviada à coluna, Figliuzzi afirmou que a unidade “estava fechada e sem funcionamento havia meses” e que “as atividades da clínica foram encerradas no mesmo período em que Rayane participava de um reality show, sem qualquer atuação ou gestão sobre o espaço naquele momento”.

Segundo a defesa, a namorada do pagodeiro alegou que desconhece a origem do material e reforçou que “nunca colocou à venda nem autorizou a comercialização de produtos ou serviços inadequados ao consumo público”.

Leia: 

“A defesa de Rayane Figliuzzi esclarece que o local citado estava fechado e sem funcionamento havia meses. Segundo a equipe jurídica, as atividades da clínica foram encerradas no mesmo período em que Rayane participava de um reality show, sem qualquer atuação ou gestão sobre o espaço naquele momento.

Sobre os produtos mencionados pelo Ministério Público, Rayane afirma desconhecer a origem do material e reforça que nunca colocou à venda nem autorizou a comercialização de produtos ou serviços inadequados ao consumo público”.

 

 

 

Fonte: BNews