A decisão ocorre sete anos após a primeira condenação de Frota, em meio a um processo judicial aberto pelo então deputado federal baiano Jean Wyllys, por calúnia e difamação.
A decisão ocorre sete anos após a primeira condenação de Frota, em meio a um processo judicial aberto pelo então deputado federal baiano Jean Wyllys, por calúnia e difamação.