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Jaques Wagner ironiza alianças de ACM Neto: ‘Vou fazer uma lista das pessoas que acreditaram nele e levaram fumo’
O senador Jaques Wagner (PT) voltou a falar que acredita na unidade da chapa governista para 2026 e negou que o bloco partidário esteja isolando Angelo Coronel, senador que tenta a reeleição e é cotado como um possível nome que pode trocar de legenda. Em entrevista nesta terça-feira (27), durante o Giro Baiana da rádio Baiana FM 89.3, ele foi entrevistado por José Eduardo e atacou o ex-prefeito de Salvador e atual vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, pré-candidato ao governo contra Jerônimo Rodrigues (PT).
Para ele, muitos aliados que acreditaram no ex-gestor da capital baiana se deram mal. “Eu tenho que rir. Eu vou fazer uma lista das pessoas que acreditaram no ex-prefeito e levaram fumo sua carreira política. Eu não sou de aniquilar ninguém. Ao contrário, todo mundo cresce. Não estamos isolando Coronel, estamos com problema e ele faz parte do problema, como eu faço e Rui também”, declarou Wagner.
Sabe me dizer qual foi a prosperidade de José Ronaldo que aceitou ser bucha de canhão em 2018, foi para Senado em uma e não foi para lugar nenhuma. Acabou com Aleluia, Jutahy e Marcelo Nilo que não sei para onde vai. Eu não consigo ver ninguém prosperando do lado de lá e não monto o time de lá. Eu estou trabalhando para a gente não ter nenhum racha do lado de cá”, disse o senador.
Wagner ainda comentou a alternativa dada a Angelo Coronel para solucionar a posição dele na chapa governista. “Coronel foi presidente da ALBA com um grupo e mérito dele. Foi senador e, modéstia a parte e ele mesmo diz, que fiz mais campanha para ele do que para mim na de 2018. Ele e Diego reconhecem. Eu não fiz favor, eu sou de time. Está comigo, ninguém larga jogador machucado no meio de campo. Mas eu tenho três pleiteantes para duas vagas. Mas eu já disse a Coronel que a gente pode ir junto. Ele pode ser meu suplente. Vai brigar pelo orgulho de ser candidato? Não acredito”, revelou o ex-governador.
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Ele ainda comentou ter uma boa relação com o colega de Senado e que não crê em racha na base. “Já comi muito mocotó na casa dele. Tivemos em Brasília, eu, ele, Otto, Diego e a esposa dele, Eleusa. Isso que eu estou falando aqui, falei para ele tem um mês e pouco. Óbvio que ele não gosto, ele quer ser candidato. Lídice também queria ser candidata em 2018 e o grupo decidiu que era ele. Não tem nada de hecatombe nova. Pelo contrário, converso com Diego e Coronel direto”, pontuou.
Fonte: BNews

